<rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><title>apardaidade</title><description>apardaidade</description><link>https://www.apardaidade.pt/sabia-que</link><item><title>Habitação partilhada ou Cohousing</title><description><![CDATA[Muito se tem falado nos últimos tempos, na temática da habitação partilhada, ou mais comummente conhecida como CoHousing, uma prática que nasceu na década de 1960 na Dinamarca e que de uma forma simplista pressupõe a vivência do dia-a-dia em habitações partilhadas. Se por um lado, se trata de um conceito ao que estamos habituados a ver, colados a uma faixa etária mais jovem, muito pela redução de custos que se obtém pela partilha de despesas e do espaço, por outro, faz cada vez mais sentido<img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_14355ab7cb8649b3a0c41bbbae3a1dd9%7Emv2.jpg/v1/fill/w_525%2Ch_350/2860e1_14355ab7cb8649b3a0c41bbbae3a1dd9%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>A Par da Idade</dc:creator><link>https://www.apardaidade.pt/single-post/2020/02/20/Habita%C3%A7%C3%A3o-partilhada-ou-Cohousing</link><guid>https://www.apardaidade.pt/single-post/2020/02/20/Habita%C3%A7%C3%A3o-partilhada-ou-Cohousing</guid><pubDate>Thu, 20 Feb 2020 19:56:27 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Muito se tem falado nos últimos tempos, na temática da habitação partilhada, ou mais comummente conhecida como CoHousing, uma prática que nasceu na década de 1960 na Dinamarca e que de uma forma simplista pressupõe a vivência do dia-a-dia em habitações partilhadas.</div><div> Se por um lado, se trata de um conceito ao que estamos habituados a ver, colados a uma faixa etária mais jovem, muito pela redução de custos que se obtém pela partilha de despesas e do espaço, por outro, faz cada vez mais sentido encarar este conceito como uma boa alternativa para a população mais sénior que vive isolada.</div><div>Aderir a um modelo de habitação partilhada, pressupõe inúmeras vantagens, das quais se salientam, o acesso a cuidados constantes e obviamente a extinção da solidão. Trata-se aliás de um modelo de vida, que quando bem explorado, pode trazer resultados extraordinários na estimulação e reconquista de um modo de vida independente.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_14355ab7cb8649b3a0c41bbbae3a1dd9~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Fundação Inatel - Novo Parceiro da A Par da Idade</title><description><![CDATA[Recentemente a A Par da Idade formalizou um protocolo de parceria, com a Fundação Inatel, através do qual todos os associados da Inatel, possuem condições vantajosas de acesso aos serviços e produtos comercializados pela A Par da Idade.Para mais informações, sobre as condições do protocolo, entre em contato com A Par da Idade (www.apardaidade.pt) e/ou com a Fundação Inatel (www.inatel.pt)<img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_5fb673ad1ffe4cb7a1fc23c3abcba4fa%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_213/2860e1_5fb673ad1ffe4cb7a1fc23c3abcba4fa%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.apardaidade.pt/single-post/2017/04/24/Funda%C3%A7%C3%A3o-Inatel---Novo-Parceiro-da-A-Par-da-Idade</link><guid>https://www.apardaidade.pt/single-post/2017/04/24/Funda%C3%A7%C3%A3o-Inatel---Novo-Parceiro-da-A-Par-da-Idade</guid><pubDate>Mon, 24 Apr 2017 11:02:23 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Recentemente a A Par da Idade formalizou um protocolo de parceria, com a Fundação Inatel, através do qual todos os associados da Inatel, possuem condições vantajosas de acesso aos serviços e produtos comercializados pela A Par da Idade.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_5fb673ad1ffe4cb7a1fc23c3abcba4fa~mv2.jpg"/><div>Para mais informações, sobre as condições do protocolo, entre em contato com A Par da Idade (www.apardaidade.pt) e/ou com a Fundação Inatel (www.inatel.pt)</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Serviços de Enfermagem</title><description><![CDATA[Na A Par da Idade, prestamos serviços de enfermagem, em regime ambulatório e ao domicilio.<img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_c912c86c1c9946a5bf97880e9531e57d%7Emv2_d_8466_11973_s_4_2.jpeg/v1/fill/w_626%2Ch_885/2860e1_c912c86c1c9946a5bf97880e9531e57d%7Emv2_d_8466_11973_s_4_2.jpeg"/>]]></description><link>https://www.apardaidade.pt/single-post/2017/04/21/Servi%C3%A7os-de-Enfermagem</link><guid>https://www.apardaidade.pt/single-post/2017/04/21/Servi%C3%A7os-de-Enfermagem</guid><pubDate>Fri, 21 Apr 2017 12:36:05 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Na A Par da Idade, prestamos serviços de enfermagem, em regime ambulatório e ao domicilio.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_c912c86c1c9946a5bf97880e9531e57d~mv2_d_8466_11973_s_4_2.jpeg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Banco de Ofertas</title><description><![CDATA[Para amenizar as necessidades existentes na nossa comunidade, lançamos o nosso banco de ofertas!O material disponível, no nosso banco, é-nos generosamente doado pelos nossos clientes e conhecidos, pelo que teremos também todo o prazer em doá-lo às famílias que demonstrem possuir necessidade dos mesmos, e que não tenham capacidade financeira para os adquirir.Nesse sentido apelamos a todos os nossos contactos, que nos façam chegar equipamento ortopédico e ajudas técnicas, do qual já não<img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_52e0280713134b91a362c3c12c6f4d06%7Emv2_d_2952_2314_s_2.jpeg/v1/fill/w_288%2Ch_225/2860e1_52e0280713134b91a362c3c12c6f4d06%7Emv2_d_2952_2314_s_2.jpeg"/>]]></description><dc:creator>A Par da Idade</dc:creator><link>https://www.apardaidade.pt/single-post/2016/10/05/Banco-de-Doa%C3%A7%C3%B5es</link><guid>https://www.apardaidade.pt/single-post/2016/10/05/Banco-de-Doa%C3%A7%C3%B5es</guid><pubDate>Mon, 03 Oct 2016 16:40:55 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_52e0280713134b91a362c3c12c6f4d06~mv2_d_2952_2314_s_2.jpeg"/><div>Para amenizar as necessidades existentes na nossa comunidade, lançamos o nosso banco de ofertas!</div><div>O material disponível, no nosso banco, é-nos generosamente doado pelos nossos clientes e conhecidos, pelo que teremos também todo o prazer em doá-lo às famílias que demonstrem possuir necessidade dos mesmos, e que não tenham capacidade financeira para os adquirir.</div><div>Nesse sentido apelamos a todos os nossos contactos, que nos façam chegar equipamento ortopédico e ajudas técnicas, do qual já não necessitem, para que os possamos reencaminhar para as pessoas mais carenciadas.</div><div>Para aceder ao equipamento doado, deverão preencher alguns requisitos, tais como:</div><div>Comprovar os baixos rendimentos (declaração da junta de freguesia ou outra entidade idónea);Demonstrar necessidade real do equipamento;</div><div>Todos os equipamentos que formos recebendo, serão colocados no nosso website e na nossa página do facebook, para divulgação do mesmo.</div><div>Ajude-nos a ajudar!</div><div>Para mais informações, por favor contacte-nos, geral@apardaidade.pt</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Workshops de Formação - Apoiar Quem Cuida</title><description><![CDATA[Ser cuidador não é tarefa fácil!Com o intuito de ajudar a clarificar dúvidas e receios dos cuidadores informais, a Par da Idade, desenvolveu um ciclo de workshops formativos gratuitos.<img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_641a5c22f45144b5b1a91fc645ac8689.jpeg"/>]]></description><dc:creator>A Par da Idade</dc:creator><link>https://www.apardaidade.pt/single-post/2016/04/15/Workshops-de-Forma%C3%A7%C3%A3o-Apoiar-Quem-Cuida</link><guid>https://www.apardaidade.pt/single-post/2016/04/15/Workshops-de-Forma%C3%A7%C3%A3o-Apoiar-Quem-Cuida</guid><pubDate>Fri, 15 Apr 2016 14:02:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Ser cuidador não é tarefa fácil!</div><div>Com o intuito de ajudar a clarificar dúvidas e receios dos cuidadores informais, a Par da Idade, desenvolveu um ciclo de workshops formativos gratuitos.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_641a5c22f45144b5b1a91fc645ac8689.jpeg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Programa de Orientação Profissional</title><description><![CDATA[Uma vez mais, e continuando o trabalho já desenvolvido durante o último ano lectivo, lançamos o nosso programa de Orientação Profissional, que tem como objetivo auxiliar jovens adolescentes a decidirem o seu futuro.O programa é dirigido a todos os jovens do 2º ciclo e do ensino secundário e tem como grande vantagem a completa individualização e personalização do programa.<img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_880114dbc39c483aae003cc5573dd39d.jpeg"/>]]></description><dc:creator>A Par da Idade</dc:creator><link>https://www.apardaidade.pt/single-post/2016/04/13/Programa-de-Orienta%C3%A7%C3%A3o-Profissional</link><guid>https://www.apardaidade.pt/single-post/2016/04/13/Programa-de-Orienta%C3%A7%C3%A3o-Profissional</guid><pubDate>Wed, 13 Apr 2016 13:57:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Uma vez mais, e continuando o trabalho já desenvolvido durante o último ano lectivo, lançamos o nosso programa de Orientação Profissional, que tem como objetivo auxiliar jovens adolescentes a decidirem o seu futuro.</div><div>O programa é dirigido a todos os jovens do 2º ciclo e do ensino secundário e tem como grande vantagem a completa individualização e personalização do programa.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_880114dbc39c483aae003cc5573dd39d.jpeg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Levar Conforto e autoconfiança ao idoso</title><description><![CDATA["Melhorar a vida ativa, promovendo um envelhecimento mais saudável".Veja abaixo, a reportagem sobre a atividade da A Par da Idade, publicada na revista Portugal Inovador, edição de Abril de 2016.<img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_74af78e499fc478d9eb24e4a8bfe1e9b.jpeg"/>]]></description><dc:creator>In Revista Portugal Inovador (Abril 2016)</dc:creator><link>https://www.apardaidade.pt/single-post/2016/04/11/Levar-Conforto-e-autoconfian%C3%A7a-ao-idoso</link><guid>https://www.apardaidade.pt/single-post/2016/04/11/Levar-Conforto-e-autoconfian%C3%A7a-ao-idoso</guid><pubDate>Mon, 11 Apr 2016 20:14:29 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>&quot;Melhorar a vida ativa, promovendo um envelhecimento mais saudável&quot;.</div><div>Veja abaixo, a reportagem sobre a atividade da A Par da Idade, publicada na revista Portugal Inovador, edição de Abril de 2016.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_74af78e499fc478d9eb24e4a8bfe1e9b.jpeg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Comemorações do Dia Mundial da Saúde</title><description><![CDATA[No passado dia 7 de Abril, comemorou-se o Dia Mundial da Saúde. À semelhança dos anos anteriores, A Par da Idade participou nas diferentes ações que se realizaram ao longo do dia.Da parte da manhã, estivemos presentes na feira da saúde, na qual realizamos alguns rastreios (nutrição, tensão arterial, diabetes e colesterol) e apresentamos os nossos produtos e serviços. Da parte da tarde, fomos convidados para participar no Seminário intitulado "A DOR - Terapias Complementares", organizado pela<img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_86fff7701750401cb31e062b445bad36.jpg"/>]]></description><dc:creator>A Par da Idade</dc:creator><link>https://www.apardaidade.pt/single-post/2016/04/11/Comemora%C3%A7%C3%B5es-do-Dia-Mundial-da-Sa%C3%BAde</link><guid>https://www.apardaidade.pt/single-post/2016/04/11/Comemora%C3%A7%C3%B5es-do-Dia-Mundial-da-Sa%C3%BAde</guid><pubDate>Mon, 11 Apr 2016 13:52:02 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>No passado dia 7 de Abril, comemorou-se o Dia Mundial da Saúde. À semelhança dos anos anteriores, A Par da Idade participou nas diferentes ações que se realizaram ao longo do dia.</div><div>Da parte da manhã, estivemos presentes na feira da saúde, na qual realizamos alguns rastreios (nutrição, tensão arterial, diabetes e colesterol) e apresentamos os nossos produtos e serviços.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_86fff7701750401cb31e062b445bad36.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_7cb8d3536f524eb89f4420a7245eb6a5.jpg"/><div>Da parte da tarde, fomos convidados para participar no Seminário intitulado &quot;A DOR - Terapias Complementares&quot;, organizado pela Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, e que teve lugar na Casa da Botica - Póvoa de Lanhoso.</div><div>Com a excelente prestação dos terapeutas Manuela Cruz e Mário Andrade, apresentamos a importância e benefícios da Hipnoterapia e da Osteopatia. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_7be1e745f2cd4704bf068f0a02eefa9a.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_2dcee56b798a44108330e1d835ad5f6c.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Alimentação e Qualidade de Vida dos Idosos</title><description><![CDATA[A Organização Mundial de Saúde descreve a qualidade de vida associada ao envelhecimento como um “conceito amplo e subjetivo que inclui de forma complexa a saúde física da pessoa, o seu estado psicológico, o nível de independência, as relações sociais, as crenças e convicções pessoais e a sua relação com aspetos importantes do meio ambiente”. Deste modo, entende-se que a qualidade de vida não se traduz unicamente por ausência de doença mas também pela manutenção da independência, da mobilidade,<img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_88e3138f30c94d1aa8d366088e050c7e.jpg"/>]]></description><dc:creator>Nutricionista: Paulina Ribeiro</dc:creator><link>https://www.apardaidade.pt/single-post/2015/07/29/Alimenta%C3%A7%C3%A3o-e-Qualidade-de-Vida-dos-Idosos</link><guid>https://www.apardaidade.pt/single-post/2015/07/29/Alimenta%C3%A7%C3%A3o-e-Qualidade-de-Vida-dos-Idosos</guid><pubDate>Wed, 29 Jul 2015 20:18:33 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>A Organização Mundial de Saúde descreve a qualidade de vida associada ao envelhecimento como um “conceito amplo e subjetivo que inclui de forma complexa a saúde física da pessoa, o seu estado psicológico, o nível de independência, as relações sociais, as crenças e convicções pessoais e a sua relação com aspetos importantes do meio ambiente”.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_88e3138f30c94d1aa8d366088e050c7e.jpg"/><div>Deste modo, entende-se que a qualidade de vida não se traduz unicamente por ausência de doença mas também pela manutenção da independência, da mobilidade, das funções cognitivas, de um estado psicológico adequado, das relações sociais e das redes de apoio.</div><div>A alimentação e a nutrição, entre outros fatores ambientais, têm um enorme impacto na saúde e bem-estar, condicionando a qualidade de vida dos idosos. Na pessoa idosa, um estado nutricional inadequado contribui de forma significativa para o aumento da incapacidade física, da morbilidade e da mortalidade, agrava o prognóstico das pessoas idosas com doenças agudas e aumenta o recurso à hospitalização e institucionalização, condicionando a qualidade de vida.</div><div>A malnutrição pode ser consequência de um excesso, défice ou desequilibro de nutrientes e energia, que pode agravar o estado nutricional das pessoas idosas.</div><div>Fisiologicamente, com o avançar da idade, há uma diminuição dos mecanismos de ingestão, digestão, absorção, transporte e excreção de substâncias, o que se exprime em necessidades nutricionais especificas nesta fase da vida. As necessidades energéticas poderão eventualmente diminuir, devido a uma eventual diminuição da actividade física e da consequente perda de massa muscular. No entanto, grande parte das necessidades em micronutrientes (vitaminas e minerais) mantêm-se inalteradas ou podem mesmo aumentar, tornando-se fundamental a elaboração cuidada e personalizada de um plano alimentar, de forma a assegurar uma ingestão energética adequada para suprir as necessidades em micronutrientes e para manter um peso corporal adequado.</div><div>Podem ainda surgir outras limitações que levam à ingestão alimentar e ao estado nutricional inadequados, tais como:</div><div>Problemas de mastigação: alterações nas gengivas e dentes, e utilização de próteses dentárias não ajustadas, podem conduzir à diminuição ou exclusão da ingestão de certos alimentos, levando a que alguns alimentos mais rijos (fruta, carne, vegetais crus) sejam substituídos por alimentos moles (pudins, gelatina, bolos, gelados). Os alimentos mais duros deverão ser bem cozinhados, cortados em pequenos pedaços ou reduzidos a puré, quando necessário;Problemas de deglutição: podem ser causados pela produção insuficiente de saliva e consequente secura da boca, levando a que seja mais difícil mastigar e engolir. Por essa razão é aconselhável acompanhar a refeição com pequenos goles de água;Perda ou diminuição de capacidades sensoriais: alterações no paladar e no olfacto podem condicionar o sabor dos alimentos e fazer com que o idoso utilize grandes quantidades de sal, açúcar, gordura e condimentos para tornar a comida “mais saborosa”. Cozinhar com ervas aromáticas e especiarias é uma alternativa mais saudável para tornar a refeição mais agradável;Diminuição da coordenação muscular: dificulta a manipulação dos utensílios de cozinha e o próprio acto de comer. Utilizar pratos fundos ou tigelas, em vez do prato raso, e a colher, em vez do garfo, facilitam a tarefa de se alimentarem;Desidratação: pode ocorrer devido à diminuição da sensação de sede, levando à ingestão insuficiente de água, ou por aumento das perdas de líquidos (infecção, demência, diuréticos). Devem beber água ou chá, sem adição de açúcar, mesmo sem terem sede, de forma a evitar a desidratação;Medicamentos: com o aumento da idade é frequente a polimedicação. Os medicamentos podem interferir no estado nutricional por vários mecanismos relacionados com a absorção, metabolismo e excreção de diversos nutrientes, sendo de extrema importância ter em atenção as possíveis interacções fármaco-fármaco, fármaco-alimento, fármaco-estado nutricional;Condições económicas desfavoráveis: contribuem para a redução dos alimentos comprados, o que em alguns casos leva a escolhas alimentares pouco variadas e nem sempre correctas, contribuindo para uma alimentação desequilibrada; A solidão: gera muitas vezes estados depressivos e leva a que o idoso se desinteresse pela preparação das refeições, ocasionando grandes intervalos sem comer; As doenças associadas à idade: como a obesidade, diabetes, problemas cardiovasculares, doenças osteoarticulares, cancro, dificuldades respiratórias, etc., também limitam a escolha e a preparação dos alimentos.</div><div>Existem evidências de que o risco de muitas patologias associadas ao envelhecimento pode ser reduzido através de uma intervenção adequada ao nível dos estilos de vida, nomeadamente da alimentação/nutrição e da actividade física.</div><div>O envolvimento e a participação ativa dos idosos no processo de mudança dos estilos de vida são essenciais, uma vez que as pessoas idosas constituem um grupo bastante heterogéneo e a sua capacidade de tomada de decisão individual tem um papel fundamental quando está em causa a aceitação de mudanças. Por outro lado, os factores sociais e económicos são determinantes para a satisfação com a vida e consequentemente para a adequação do comportamento alimentar/nutricional. Promover pretextos para um maior convívio em torno da mesa e de refeições nutricionalmente adequadas, em ambiente agradável, pela promoção de sentimentos de pertença a um grupo ou comunidade, parece ser melhor estratégia para promover um estado nutricional adequado dos idosos, e consequentemente, da sua qualidade de vida. Encontra-se relatado que idosos que fazem as suas refeições na companhia de amigos e familiares têm melhor qualidade de vida e são mais felizes.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>A PREVENÇÃO É O MELHOR REMÉDIO</title><description><![CDATA[Com o calor e as férias, começam as idas à piscina, praia ou rio, e quando existem crianças, por perto, a atenção tem de ser redobrada.Em Portugal, no ano de 2013, mais de 100 pessoas perderam a vida por causa de afogamentos. Mais de um terço destas mortes ocorreram nos meses de Junho, Julho e Agosto, como é habitual praticamente todos os anos. Definição de Afogamento:Afogamento é a aspiração de líquido causado por submersão ou imersão. O termo aspiração refere-se à entrada de líquido nas vias<img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_de33b4a8bcb344459afa9c2d5812a1eb.jpg"/>]]></description><dc:creator>Enfermeira Rita Novais</dc:creator><link>https://www.apardaidade.pt/single-post/2015/07/29/A-PREVEN%C3%87%C3%83O-%C3%89-O-MELHOR-REM%C3%89DIO</link><guid>https://www.apardaidade.pt/single-post/2015/07/29/A-PREVEN%C3%87%C3%83O-%C3%89-O-MELHOR-REM%C3%89DIO</guid><pubDate>Wed, 29 Jul 2015 19:25:15 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Com o calor e as férias, começam as idas à piscina, praia ou rio, e quando existem crianças, por perto, a atenção tem de ser redobrada.</div><div>Em Portugal, no ano de 2013, mais de 100 pessoas perderam a vida por causa de afogamentos. Mais de um terço destas mortes ocorreram nos meses de Junho, Julho e Agosto, como é habitual praticamente todos os anos.</div><div>Definição de Afogamento:</div><div>Afogamento é a aspiração de líquido causado por submersão ou imersão. O termo aspiração refere-se à entrada de líquido nas vias aéreas (traqueia, bronquios ou pulmões), e não deve ser confundido com &quot;engolir água”. No afogamento, a função respiratória fica prejudicada pela entrada de líquido nas vias aéreas, interferindo na troca de oxigénio (O2) – dióxido de carbono (CO2).</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_de33b4a8bcb344459afa9c2d5812a1eb.jpg"/><div>10 Conselhos para Evitar os Afogamentos</div><div>1. Perto da água, não perca as crianças de vista nem por um segundo. </div><div>2. Dificulte o acesso das crianças aos locais com água: vede ou cubra piscinas, lagos, tanques, poços e fossas.</div><div>3. Nunca deixe uma criança de 3 ou 4 anos sozinha na banheira durante o banho. </div><div>4. Despeje toda a água de baldes, alguidares e banheiras logo após a utilização. </div><div>5. Coloque sempre braçadeiras, nas crianças, em águas paradas, transparentes e pouco profundas ou um colete salva-vidas em águas agitadas, turvas ou profundas. </div><div>6. Escolha praias e piscinas vigiadas e que cumpram a sinalização. </div><div>7. Ensine as crianças a nadar, mas mantenha a vigilância. </div><div>8. Ensine as crianças a não nadarem sozinhas e não mergulhar de cabeça sem conhecer bem a profundidade da água. </div><div>9. Aprenda a fazer reanimação cardiorrespiratória, esse gesto pode salvar uma vida. Faça um curso de Primeiros Socorros! </div><div>10. Em férias, redobre a vigilância. O primeiro dia e o final da tarde são os momentos em que acontecem mais afogamentos.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Cancro na Pele e a sua prevenção</title><description><![CDATA[O cancro da pele é o tipo de cancro mais frequente nos indivíduos de raça branca (caucasiana). A exposição excessiva ao sol é considerada a causa mais frequente de cancro da pele (cerca de 90 por cento dos casos).Quais são os tipos de cancro da pele mais frequentes? Basalioma ou carcinoma baso-celular; Carcinoma espinocelular ou pavimento-celular; Melanoma maligno. O que é o basalioma ou carcinoma baso-celular?É o tipo de cancro cutâneo mais vulgar. Atinge sobretudo as pessoas de pele clara que<img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_9dc57e9bf9b84c388886ebfa1a608f5e.png/v1/fill/w_404%2Ch_222/2860e1_9dc57e9bf9b84c388886ebfa1a608f5e.png"/>]]></description><dc:creator>Podologista: Alexandra Magalhães</dc:creator><link>https://www.apardaidade.pt/single-post/2015/06/11/Cancro-na-Pele-e-a-sua-preven%C3%A7%C3%A3o</link><guid>https://www.apardaidade.pt/single-post/2015/06/11/Cancro-na-Pele-e-a-sua-preven%C3%A7%C3%A3o</guid><pubDate>Thu, 11 Jun 2015 17:13:12 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_9dc57e9bf9b84c388886ebfa1a608f5e.png/v1/fill/w_404,h_222/2860e1_9dc57e9bf9b84c388886ebfa1a608f5e.png"/><div>O cancro da pele é o tipo de cancro mais frequente nos indivíduos de raça branca (caucasiana). A exposição excessiva ao sol é considerada a causa mais frequente de cancro da pele (cerca de 90 por cento dos casos).</div><div>Quais são os tipos de cancro da pele mais frequentes?</div><div>Basalioma ou carcinoma baso-celular;Carcinoma espinocelular ou pavimento-celular;Melanoma maligno.</div><div>O que é o basalioma ou carcinoma baso-celular?</div><div>É o tipo de cancro cutâneo mais vulgar. Atinge sobretudo as pessoas de pele clara que se expõem regularmente ao sol: trabalhadores rurais, pescadores, trabalhadores da construção civil, etc. Surge habitualmente depois dos 40 anos e localiza-se preferencialmente nas áreas do corpo mais expostas ao sol: face, pescoço e dorso.</div><div>Pode manifestar-se sob a forma de um nódulo rosado e brilhante, de crescimento lento ou de uma ferida superficial, que surge sem causa aparente e que não revela tendência para a cura espontânea.</div><div>O que é o carcinoma espinocelular?</div><div>É o segundo tipo de cancro da pele mais frequente. Atinge igualmente os grupos profissionais que estão permanentemente expostos ao sol, mas de grupos etários mais avançados que no caso do basalioma.</div><div>Surge nas áreas do corpo mais expostas (face, pescoço, dorso das mãos e pernas) e quase sempre sobre lesões precursoras (pré-cancerosas). Na maior parte dos casos surge sobre as chamadas queratoses solares ou actínicas, mas também pode originar-se a partir de cicatrizes, pós-queimadura, úlceras e fístulas crónicas ou em pessoas que estiveram muito tempo em contacto com agentes carcinogénicos (tabaco, raios X, arsénico, alcatrão e derivados).</div><div>O carcinoma espinocelular é um tumor mais agressivo e de crescimento mais rápido que o basalioma. Manifesta-se habitualmente sob a forma de um nódulo, de crescimento rápido, com tendência para ulcerar e sangrar facilmente. Além de ser localmente invasivo pode, abandonado à sua evolução natural, dar origem a metástases à distância, que podem invadir órgãos vitais e provocar a morte.</div><div>O que é o melanoma?</div><div>É o cancro da pele mais perigoso e um dos tumores malignos mais agressivos da espécie humana. Origina-se a partir dos melanócitos da epiderme, células responsáveis pelo fabrico do pigmento natural (melanina) que dá a cor bronzeada à pele. Atinge grupos etários mais jovens que o basalioma e o carcinoma espinocelular.</div><div>Ao contrário do basalioma ou do carcinoma espinocelular, que estão relacionados com a exposição crónica ao sol, o melanoma maligno parece estar mais associado à exposição solar intermitente, aguda e intempestiva, muitas vezes acompanhada de queimaduras solares (&quot;escaldões&quot;), especialmente quando ocorridos em idades jovens.</div><div>O melanoma maligno pode surgir sobre pele aparentemente sã, em qualquer parte do corpo ou sobre sinais preexistentes. O aspeto inicial do melanoma é variado, mas caracteriza-se, habitualmente, pelo aparecimento de um pequeno nódulo ou mancha, de cor negra de alcatrão, sobre pele aparentemente sã ou sobre um sinal já existente.</div><div>A que sinais se deve dar atenção?</div><div>A maioria esmagadora dos sinais da pele (nevos), quer de nascença quer adquiridos, é completamente inofensiva. Porém, existem alguns, com aspeto particular (nevos atípicos) que podem indicar um maior risco de vir a ter um melanoma.</div><div>Características dos nevos:</div><div>Nevos atípicos: assimétricos, bordo irregular, cor não uniforme, diâmetro superior a seis milímetros;Nevos vulgares: simétricos, bordo regular, cor castanha uniforme, diâmetro inferior a seis milímetros.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_f63eee35d2e845019e14bc62eb84da79.png"/><div>As pessoas com muitos sinais são aconselhadas a fazer o auto-exame da pele cerca de uma vez por mês. Em caso de dúvida, deve consultar um dermatologista.</div><div>Quais são os fatores de risco?</div><div>Pele clara e sardenta;Cabelo ruivo ou loiro;Olhos azuis ou esverdeados;Queimadura solar fácil, bronzeamento difícil;Antecedentes de queimadura solar;Exposição irregular e intermitente ao sol;Muitos sinais espalhados pelo corpo;Antecedentes de melanoma em familiares.</div><div>Nas consultas de Podologia os cancros de pele também aparecem essencialmente na unha, sendo esta, pele com uma capa córnea diferente da restante pele do organismo. Devem ser de imediato referenciados para o Dermatologia</div><div>A lâmina ungueal pode ser acometida por tumores benignos ou malignos, podendo ser comuns ou raros. Os tumores ungueais podem ser tardiamente diagnosticados, provavelmente, porque a unha pode esconder lesões tumorais ou dermatoses inflamatórias, sendo importante o seu diagnóstico precoce para evitar evoluções catastróficas desta situação clínica. Como exemplo podemos ter:</div><div>Carcinoma Espinocelular</div><div> A doença de Bowen é um carcinoma in situ que pode evoluir para carcinoma espinocelular invasivo. Embora a apresentação clínica não permita a distinção entre carcinoma in situ e carcinoma invasivo, o termo carcinoma epidermoide foi criado para essa lesão na região ungueal. O polegar e o hállux são os dedos mais envolvidos. Sua incidência é maior em homens entre 60 e 70 anos. Na maioria dos casos, esse carcinoma começa na lateral da unha como placa circunscrita, de superfície verrucosa, podendo levar à distrofia. O diagnóstico é confirmado pelo exame anatomopatológico.</div><div> Carcinoma espinocelular na lâmina ungueal.</div><div>Fotoproteção</div><div>A exposição à radiação ultravioleta (UV) tem efeito cumulativo e penetra profundamente na pele, sendo capaz de provocar diversas alterações, a maioria dos cancros da pele estão relacionados com a exposição solar, sendo imprescindível a prevenção:</div><div>Usar chapéus de abas largas, camisolas de manga comprida, óculos escuros e protetores solares.Evitar a exposição solar e permanecer na sombra entre 11 e 16 horasNa praia ou na piscina, usar barracas feitas de algodão ou lona, que absorvem 50% da radiação ultravioleta. As barracas de nylon formam uma barreira pouco confiável: 95% dos raios UV ultrapassam o material.Usar protetores solares diariamente, e não somente em horários de lazer ou diversão. Utilizar um produto que proteja contra radiação UVA e UVB e tenha um fator de proteção solar (FPS) 30, no mínimo. Reaplicar o produto a cada duas horas ou menos, nas atividades de lazer ao ar livre. Ao utilizar o produto no dia-a-dia, aplicar uma boa quantidade pela manhã e reaplicar antes de sair para o almoço.Observar regularmente a própria pele, à procura de sinais ou manchas suspeitas.Consultar um dermatologista uma vez ao ano, no mínimo, para um exame completo.Manter bebés e crianças protegidos do sol. Protetores solares podem ser usados a partir dos seis meses.</div><div>Porque as crianças são o melhor do mundo!</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_5445f4f555824ac998633cd38ab1a778.jpg"/><div>Conselhos úteis para proteger as crianças da exposição solar incorreta:</div><div>A pele da criança, apesar de se mais resistente que a do bebé, ainda é muito sensível ao sol. O cuidado deve ser intenso nesta fase da vida, porque a maioria das suas brincadeiras acontecem ao ar livre.</div><div>Os passeios com os bebés e crianças devem ser curtos, de manhã até às 10 horas e à tarde após as 16 horas, sempre com um chapéu e roupas frescas. O uso de protetor solar para bebés menores de 6 meses deve ser feito somente por orientação médica. Dos 6 meses aos 2 anos os protetores solares devem ser compostos por filtros físicos. Acima dos 2 anos, o protetor solar deve ser aconselhado mediante as características da sua pele.</div><div>A exposição excessiva de sol em criança aumenta o risco de doença de cancro de pele na vida adulta.</div><div>Protejam as vossas crianças!!!</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Alimentação e a Exposição Solar</title><description><![CDATA[A pele é o maior órgão do corpo humano, desempenhando, entre outras funções, um papel fundamental na proteção contra agressões externas, nomeadamente na proteção contra a radiação solar (radiação ultravioleta (UV), visível e infravermelha). A radiação UV é responsável pela formação constante de espécies reactivas de oxigénio e radicais livres na pele exposta à radiação solar. As espécies reactivas de oxigénio e radicais livres são rapidamente neutralizados por substâncias antioxidantes,<img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_7d40458ccb8f411c8c3fb74ccafa6c42.jpg"/>]]></description><dc:creator>Nutricionista: Paulina Ribeiro</dc:creator><link>https://www.apardaidade.pt/single-post/2015/06/11/Alimenta%C3%A7%C3%A3o-e-a-Exposi%C3%A7%C3%A3o-Solar</link><guid>https://www.apardaidade.pt/single-post/2015/06/11/Alimenta%C3%A7%C3%A3o-e-a-Exposi%C3%A7%C3%A3o-Solar</guid><pubDate>Thu, 11 Jun 2015 16:23:28 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_7d40458ccb8f411c8c3fb74ccafa6c42.jpg"/><div>A pele é o maior órgão do corpo humano, desempenhando, entre outras funções, um papel fundamental na proteção contra agressões externas, nomeadamente na proteção contra a radiação solar (radiação ultravioleta (UV), visível e infravermelha).</div><div>A radiação UV é responsável pela formação constante de espécies reactivas de oxigénio e radicais livres na pele exposta à radiação solar. As espécies reactivas de oxigénio e radicais livres são rapidamente neutralizados por substâncias antioxidantes, mantendo-se um equilíbrio pró-oxidante – antioxidante. No entanto, se a defesa antioxidante estiver esgotada, as espécies reactivas de oxigénio e radicais livres podem causar oxidação de compostos celulares como lípidos, proteínas e ADN, estando associadas ao desenvolvimento de vários distúrbios na pele, nomeadamente cancro da pele (fotocarcinogénese), fotoenvelhecimento e fotoimunossupressão.</div><div>A vitamina E, C, carotenoides, e polifenois, actuam como antioxidantes, protegendo a pele da acção dos radicais livres induzidos pela radiação UV. Os carotenoides e a vitamina E têm também capacidade de absorver radiação UV, embora de forma menos eficaz, quando comparadas com um protector solar.</div><div>Por outro lado, os carotenoides, a vitamina E, os polifenois e os ácidos gordos poliinsaturados n-3 inibem a fotoimunossupressão, uma das causas da carcinogenese induzida pela radiação UV. Deste modo, compreende-se que uma alimentação rica nos compostos referidos constitua um importante contributo na protecção contra a radiação UV.</div><div>Fontes alimentares de vitamina E</div><div>Óleos vegetais, grãos de cereais integrais, frutos gordos (nozes, amêndoas e avelãs) e vegetais (principalmente de folha verde escura), constituem as principais fontes de vitamina E. A refinação dos óleos e a exposição destes e das restantes fontes alimentares ao calor e luz solar levam a perdas significativas desta vitamina.</div><div>Fontes alimentares de Vitamina C</div><div>Frutas e hortícolas, tais como citrinos, melão, morango, manga, uvas papaia, kiwi, tomate, couve-flor, hortícolas folhosos de cor verde escura, brócolos e pimento, constituem as principais fontes alimentares de vitamina C.</div><div>Estes alimentos crus e frescos constituem os fornecedores preferenciais desta vitamina uma vez que esta vitamina é hidrossolúvel, perdendo-se na água de cozedura, e elevada susceptibilidade ao oxigénio e ao aumento das temperaturas, pelo que quando estes alimentos são cozinhados, a quantidade de vitamina C é significativamente reduzida.</div><div>Fontes alimentares de carotenóides</div><div>Os alimentos ricos em carotenóides são alimentos de origem vegetal, nomeadamente frutas e hortícolas de coloração amarela, laranja e vermelha, tais como, cenouras, abóbora, laranja, tomate, pimento vermelho, manga, alperces, uvas tintas, goiaba, melancia, bem como hortícolas verde-escuros como couves e brócolos.</div><div>Algumas operações de confecção dos alimentos permitem uma maior libertação e absorção dos carotenóides. Por outro lado, o consumo excessivo de carotenóides pode ter consequências indesejadas, conferindo à pele uma cor amarela ou laranja.</div><div>Fontes alimentares de ácidos gordos poliinsaturados n-3</div><div>Os ácidos gordos poliinsaturados n-3 encontram-se principalmente em óleos de peixe como o óleo de fígado de bacalhau e nos peixes mais ricos em gordura, como a cavala, salmão, atum, sardinha e arenque. Alguns óleos vegetais, principalmente canola, linhaça e soja, bem como, nozes, são também fornecedores de ácidos gordo polinsaturados n-3.</div><div>Fontes alimentares de polifenois</div><div>Os polifenois são compostos presentes, por exemplo, em frutas como citrinos, frutos silvestres, cerejas, morangos, maçã e uvas, e em hortícolas como a cebola e brócolos. Chá verde, cacau e vinho são também fornecedores destes antioxidantes. Também o ácido cafeico e o ácido ferrúlico, presentes nas azeitonas e no azeite, são referidos como fotoprotectores, devido à sua acção antioxidante.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Chegou a época balnear e com ela o SOL</title><description><![CDATA[O sol ajuda a melhorar nossa saúde tanto a nível físico como psicológico, existem vários benefícios associados ao sol, tais como: Fortalecimento dos ossos e articulações através do aumento de produção de vitamina D na pele; Redução do risco de depressão, pois ajuda o cérebro a produzir mais serotonina, uma substância antidepressiva natural; Aumento do bem-estar e relaxamento, já que a subida da temperatura relaxa os músculos e facilita a circulação sanguínea; Prevenção de cancro, nomeadamente no<img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_393081685f1b49b296a36d9e6bcffd3f.png"/>]]></description><dc:creator>Enfermeira Rita Novais</dc:creator><link>https://www.apardaidade.pt/single-post/2015/06/11/Chegou-a-%C3%A9poca-balnear-e-com-ela-o-SOL</link><guid>https://www.apardaidade.pt/single-post/2015/06/11/Chegou-a-%C3%A9poca-balnear-e-com-ela-o-SOL</guid><pubDate>Thu, 11 Jun 2015 16:15:51 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_393081685f1b49b296a36d9e6bcffd3f.png"/><div>O sol ajuda a melhorar nossa saúde tanto a nível físico como psicológico, existem vários benefícios associados ao sol, tais como:</div><div>Fortalecimento dos ossos e articulações através do aumento de produção de vitamina D na pele;Redução do risco de depressão, pois ajuda o cérebro a produzir mais serotonina, uma substância antidepressiva natural;Aumento do bem-estar e relaxamento, já que a subida da temperatura relaxa os músculos e facilita a circulação sanguínea;Prevenção de cancro, nomeadamente no cólon, mama, próstata e ovários, pois reduz os efeitos da transformação das células;Melhora da qualidade de sono, devido ao aumento de produção de melatonina pelo cérebro.</div><div>No entanto requer vários cuidados. Porque tudo o que é em demasia em vez de ser benéfico prejudica, com o sol passa-se o mesmo. Se exposição solar for em demasia pode ocorrer, desidratação, insolações, queimaduras, pele vermelha e descamação.</div><div>Para usufruir na totalidade os benefícios do sol, tem de se ter alguns cuidados.</div><div>Ficam aqui algumas dicas!</div><div>1. Evite exposições prolongadas e repetidas ao sol.</div><div>Queimaduras solares acumuladas durante a vida predispõem ao cancro da pele.</div><div>2. Evite se expor ao sol entre as 11h e as 16h.</div><div>O horário entre 11 e 16 horas tem uma grande incidência de raios ultravioleta B, estes são principais responsáveis pelo surgimento do cancro da pele. Procure uma sombra neste período.</div><div>3. O bronzeamento ocorre gradativamente, após os primeiros dias de exposição.</div><div> A pele leva 48 a 72 horas para produzir e liberar a melanina, pigmento que dá cor à pele. Portanto, não adianta querer se bronzear num dia só. Ficar muito tempo ao sol não vai acelerar este processo, mas sim vai fazer com que se queime, e as queimaduras promovem danos irreversíveis para a pele.</div><div>4. Use sempre barracas de praia, bonés, viseiras ou chapéus.</div><div>Cerca de 70% dos cancros da pele ocorrem na face, proteja-a sempre. Não se esqueça de proteger os lábios e as orelhas. As barracas devem ser grossas, para bloquear bem a passagem do sol.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_6888b19a628e4c6a967ca4cd4c5c4496.png"/><div>5. Aplique o protetor solar, 20 ao 30 minutos antes de sair de casa.</div><div>Este é o tempo necessário para a estabilização do protetor solar na pele, de modo que sua ação ocorra com maior eficácia. Faça isso de preferência em casa, sem pressa. Lembre-se de reaplicar o protetor solar a cada 2 horas ou após mergulhar.</div><div>6. Use Protetor solar com FPS ou maior.</div><div>FPS é a abreviação de Fator de Proteção Solar e significa que usando um filtro com fps =15, a sua pele levará 15 vezes mais tempo para ficar vermelha do que sem proteção. Para uma exposição solar intensa, as pessoas de pele mais morena devem usar um protetor de FPS 30 e as de pele mais branca e as crianças, FPS 50 +.</div><div>7. Peles claras e pessoas ruivas exigem maiores cuidados, pois são mais propícias a ter cancro da pele.</div><div>Pessoas de pele muito clara raramente se bronzeiam, portanto não insista em querer se bronzear, você só vai se queimar e danificar sua pele.</div><div>8. Dias de Nevoeiro também queimam. Não se engane.</div><div>Mesmo nos dias nublados, até 80% da radiação ultravioleta pode atravessar as nuvens e chegar à Terra. Portanto, use protetor solar também nestes dias.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_7eca352cd1434d3f8eac5e8d4a640638.png"/><div>9. Protetor solar deve ser usado diariamente.</div><div>Se você se expõe ao sol diariamente, mesmo que não seja na praia, use protetor solar nas áreas expostas para evitar o dano solar que se acumula durante os anos de vida.</div><div>10. A proteção das crianças é responsabilidade dos pais!</div><div>Proteja as crianças e estimule os adolescentes a se protegerem. Este é um hábito que deve ser incutido desde cedo. Cerca de 75% da exposição solar acumulada durante a vida ocorre até os 20 anos de idade, sendo muito importante a proteção solar nesta época da vida.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_ee5efcaf910e4c4fb03cc06e4fd9dff7.png"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Terapia da Fala</title><description><![CDATA[Como surgiu:A terapêutica da fala, ou terapia da fala, como meio de intervenção específico para a comunicação, linguagem, fala e deglutição, surgiu nos Estados Unidos da América (EUA), para reabilitação dos soldados de duas guerras dos EUA (II Guerra Mundial e Vietname).Era uma terapia virada para a recuperação de capacidades perdidas em utentes adultos e virada essencialmente para a recuperação da Fala. Nos nossos dias:Atualmente, e segunda a ASHA (2007) – American Speech Language Hearing<img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_184e8967daae4867a21dd6e3a95642d6.jpg"/>]]></description><dc:creator>Terapeuta da Fala: Joana Oliveira</dc:creator><link>https://www.apardaidade.pt/single-post/2015/06/11/Terapia-da-Fala</link><guid>https://www.apardaidade.pt/single-post/2015/06/11/Terapia-da-Fala</guid><pubDate>Thu, 11 Jun 2015 16:05:41 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_184e8967daae4867a21dd6e3a95642d6.jpg"/><div>Como surgiu:</div><div>A terapêutica da fala, ou terapia da fala, como meio de intervenção específico para a comunicação, linguagem, fala e deglutição, surgiu nos Estados Unidos da América (EUA), para reabilitação dos soldados de duas guerras dos EUA (II Guerra Mundial e Vietname).</div><div>Era uma terapia virada para a recuperação de capacidades perdidas em utentes adultos e virada essencialmente para a recuperação da Fala.</div><div>Nos nossos dias:</div><div>Atualmente, e segunda a ASHA (2007) – American Speech Language Hearing Association - o terapeuta da fala é o profissional responsável pela prevenção, avaliação, intervenção e estudo científico das perturbações da comunicação humana, englobando não só todas as funções associadas à compreensão e expressão da linguagem oral e escrita mas também outras formas de comunicação não verbal.</div><div>O Terapeuta da Fala avalia e intervém em indivíduos de todas as idades, desde recém-nascidos a idosos, tendo por objetivo geral otimizar as capacidades de comunicação e/ou deglutição do indivíduo, melhorando, assim, a sua qualidade de vida (www.aptf.org).</div><div>Intervenção da Terapia da Fala:</div><div>Pode ser direta ou indireta;Envolve terapia, reabilitação e reintegração no meio social e profissional;Intervenção precoce;Orientação;Aconselhamento;</div><div>Áreas de atuação</div><div>Comunicação:</div><div>Doenças degenerativas do Sistema Nervoso Central (SNC), autismo e alguns síndromes podem condicionar a comunicação da criança/adulto, impossibilitando o uso da fala e/ou linguagem escrita para comunicar.</div><div>Neste sentido o Terapeuta da Fala intervém adequando e instalando um sistema aumentativo e/ou alternativo à comunicação.</div><div>Linguagem oral:A linguagem é considerada a forma de comunicação por excelência e exclusiva do ser humano, permitindo a troca de ideias, a expressão de sentimentos, a interação e a aprendizagem.</div><div>O Terapeuta da Fala intervém na aquisição ou reabilitação da linguagem oral, avaliando a(s) componente(s) afetada(s) e as áreas linguísticas comprometidas.</div><div>Linguagem escrita:</div><div>A linguagem escrita, ao contrário da linguagem oral, pressupõe uma aprendizagem explícita dos grafemas que convertem a linguagem oral em linguagem escrita.</div><div> O Terapeuta da Fala intervém nos casos de dificuldade de aprendizagem da leitura e escrita.</div><div>Articulação:</div><div>A articulação verbal consiste na produção oral dos fonemas/sons. Para uma articulação correta dos sons é necessário que as estruturas e os músculos orofaciais estejam sadios.</div><div>Fluência:</div><div>A fluência consiste na capacidade de encadear os sons da fala de forma contínua, possibilitando assim um discurso fluente, com ritmo e pausas adequadas. Um discurso não fluente carateriza-se por bloqueios no início da emissão, repetições ou prolongamentos de sílabas e pausas excessivas que se produzem numa gaguez.</div><div>Voz:</div><div>A voz é um mecanismo fisiológico que permite a emissão de som durante a fala. Alteração na qualidade vocal indica alteração ao nível da estrutura ou do movimento das cordas vocais, que pode ter origem orgânica (nódulos, pólipos) ou funcional (mau uso ou abuso vocal).</div><div>O Otorrinolaringologista é o médico responsável pela realização do exame e diagnóstico da causa da alteração vocal. O Terapeuta da Fala intervém na prevenção da sintomatologia, na cessação dos maus usos e abusos vocais e na prática de saúde vocal.</div><div>Deglutição:</div><div>A deglutição consiste na capacidade de ingestão de alimentos e é dividida em 4 fases (preparatória, oral, faríngea e esofágica). Por questões neurológicas ou mecânicas pode ocorrer dificuldades em uma ou mais fases da deglutição, comprometendo assim uma nutrição e hidratação segura.</div><div>O Terapeuta da Fala avalia e intervém na reabilitação da deglutição.</div><div>Motricidade orofacial</div><div>Relaciona-se com o desenvolvimento, aperfeiçoamento e reabilitação dos órgãos fonoarticulatórios e região cervical, bem como das respectivas funções estomatognáticas (a sucção, a mastigação, a respiração e a fala).</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_654b0a87c8b44c6f8b46e4e84d432196.jpg"/><div>Sinais de Alerta</div><div>•Aos 2 anos não fala ou começou a dizer as primeiras palavras mais tarde do que o habitual; (aos 16 meses sem falar já é sinal de alerta);</div><div>•Mostra-se relutante em imitar sons ou palavras;</div><div>•Mostra-se desinteressada em comunicar com as pessoas</div><div>•Mostra-se frustrada ao tentar comunicar;</div><div>•A criança não produz ainda frases com duas palavras (ex. quero bolo) aos 2 anos;</div><div>•Não compreende ordens/indicações simples ou o que lhe é dito;</div><div>•Não produz frases curtas ou não responde a perguntas simples;</div><div>•“Fala por falar” e não para estabelecer uma relação com o outro;</div><div>•Aos 3 anos ainda não produz frases ou possui um vocabulário reduzido;</div><div>•Não consegue contar uma história aos 3 anos;</div><div>•Não faz perguntas;</div><div>•Apresenta esforço para e/ou ao falar;</div><div>•Tem mais de 4 anos e gagueja;</div><div>•Fala pelo nariz;</div><div>•Usa maioritariamente palavras concretas como objectos, utilizando menos verbos ou adjectivos;</div><div>•Apresenta dificuldades em articular determinados sons;</div><div>•Evidencia uma articulação imatura;</div><div>•Utiliza frequentemente palavras genéricas ou vazias (ex. Isto põe ali assim; Este coiso, …);</div><div>•Existe a necessidade de adaptar o discurso ou falar de um modo especial ou de recorrer a objectos ou gestos para a criança o perceber;</div><div>•Apresenta dificuldades em memorizar ou acompanhar canções infantis;</div><div>•Mostra dificuldades em perceber que as palavras podem dividir-se em partes mais pequenas;</div><div>•Só utiliza a 3.ª pessoa, o presente do indicativo e as formas impessoais (infinitivos e particípios) até aos 5 anos;</div><div>•Repete palavras ou enunciados sem prosódia/entoação imediatamente após a palavra ouvida do interlocutor ou algum tempo depois – ecolália.</div><div>Estratégias</div><div>•Aprender a Comunicar é como jogar ping-pong: quando um jogador é melhor do que o outro, deve adaptar continuamente a sua maneira de jogar à do seu par, para que este possa bater a bola e melhorar a sua técnica. No mesmo sentido, um educador deve aprender a adaptar a sua forma de comunicar com a criança tendo em conta as aptidões desta.</div><div>•Não podemos forçar uma criança a comunicar, ela só aprende se o desejar verdadeiramente. O melhor momento para o fazer é quando ela inicia a comunicação por iniciativa própria. É necessário reconhecer todas as formas que a criança utiliza para iniciar a comunicação por mais subtis que sejam (olhar, gestos, sons, etc.).</div><div>Estratégias para facilitar a Expressão</div><div>•Identificar o tópico da conversa;</div><div>•Dar tempo para a criança responder;</div><div>•Incentivar diferentes formas de comunicação, quando não se compreende de forma eficaz o que a criança tenta transmitir;</div><div>•Certificar-se que ela transmitiu o que pretendia, devolvendo o que nos foi dito;</div><div>•Dizer quando não a percebemos e pedir para reformular;</div><div>•Realizar perguntas de resposta sim/não, quando de outra forma não se compreende a mensagem;</div><div>•Fornecer opções quando a criança não responde correctamente;</div><div>•Proporcionar a mudança de tópico quando o interesse diminui.</div><div>Estratégias para facilitar a Compreensão</div><div>•Falar devagar com a articulação exagerada;</div><div>•Verificar se a criança está a olhar para nós;</div><div>•Sinalizar a mudança de tópico;</div><div>•Fornecer o tema da conversa;</div><div>•Certificar-se de que ela está a compreender;</div><div>•Repetir quando se verifica que não percebeu;</div><div>•Associar a fala a outras formas de comunicação e aumentar o recurso às não verbais;</div><div>•Usar palavras com conteúdo e enfatizá-las.</div><div>•Evitar discursos redundantes e vocabulário rebuscado;</div><div>•Formar frases curtas e simples;</div><div>•Evitar fazer muito ruído;</div><div>•Não fornecer muita informação simultaneamente;</div><div>•Não falar mais alto nem gritar.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Doenças Cardiovasculares</title><description><![CDATA[A doença cardíaca coronária, que inclui o enfarte agudo do miocárdio, a angina de peito, a doença cardíaca aterosclerótica, e todas as outras formas de doença cardíaca isquémica aguda e crónica, constitui a principal causa de morte no mundo ocidental industrializado (42 - 48% de todas as mortes). Em Portugal morrem por dia, 140 a 150 pessoas por doença cardíaca coronária. A Organização Mundial de Saúde, declarou que todos os anos morrem cerca de 12 milhões de pessoas por doença cardíaca. A<img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_b77022061d7f4b42b59a910b587d685d.jpg"/>]]></description><dc:creator>Enfermeira: Mariana Fernandes</dc:creator><link>https://www.apardaidade.pt/single-post/2015/04/29/Doen%C3%A7as-Cardiovasculares</link><guid>https://www.apardaidade.pt/single-post/2015/04/29/Doen%C3%A7as-Cardiovasculares</guid><pubDate>Wed, 29 Apr 2015 19:14:13 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>A doença cardíaca coronária, que inclui o enfarte agudo do miocárdio, a angina de peito, a doença cardíaca aterosclerótica, e todas as outras formas de doença cardíaca isquémica aguda e crónica, constitui a principal causa de morte no mundo ocidental industrializado (42 - 48% de todas as mortes). Em Portugal morrem por dia, 140 a 150 pessoas por doença cardíaca coronária. A Organização Mundial de Saúde, declarou que todos os anos morrem cerca de 12 milhões de pessoas por doença cardíaca.</div><div>A doença das artérias coronárias (DAC) é uma designação genérica para muitas doenças diferentes, que envolve a obstrução do fluxo sanguíneo através das artérias do coração. As etiologias mas prevalentes da DAC são a aterosclerose, o vasospasmo coronário e a angina microvascular. A angina microvascular resulta do mau funcionamento dos vasos sanguíneos mais pequenos do coração. A aterosclerose é de longe a causa mais frequente de DAC.</div><div>Os fatores de risco e a presença de situações patológicas concomitantes no indivíduo influenciam a incidência de DAC. Os fatores de risco classificam-se convencionalmente em modificáveis e não-modificáveis. Dentro dos fatores não modificáveis distinguem-se a idade, o sexo, a raça, a história familiar e a genética. A diabetes, a hipertensão, o tabagismo, a vida sedentária, a obesidade e o stress fazem parte dos fatores de risco modificáveis.</div><div>Fatores de risco não-modificáveis:</div><div>Idade e Sexo: Raramente ocorre um sinal clínico antes dos vinte ou trinta anos, mas a DAC já é considerada a principal causa de morte em indivíduos do sexo masculino com idades compreendidas entre os 35 e 45 anos. A média de idade de ocorrência do primeiro enfarte do miocárdio é de 68,8 anos para o homem e 70,4 anos para a mulher. 84% dos indivíduos que morrem de doença cardíaca coronária tem idade igual ou superior a 65 anos. Estes factos devem-se ao efeito fisiológico da diminuição da elasticidade das artérias com a idade. A incidência de DAC aumenta significativamente na mulher após a menopausa, e uma em cada três mulheres depois dos 61 anos tem uma forma de DAC. Ao contrário do que antes se pensava, a terapia hormonal de substituição (THS) está associada ao aumento de eventos cardiovasculares em mulheres. Como tal, a THS já não é recomendada para a prevenção de doença cardíaca na mulher.</div><div>Raça: A DAC não é discriminatória, afetando todas as raças. Outros fatores de risco como a hipertensão, a obesidade, estilos de vida, as tradições étnicas e o acesso a cuidados de saúde podem desempenhar um papel mais importante no desenvolvimento de doenças cardíacas do que propriamente a raça.</div><div>História familiar e Genética: A probabilidade de um filho vir a sofrer de DAC aumenta, se o pai ou mãe biológico (a) manifestar DAC antes dos 55 anos. A genética pode influenciar a incidência de DAC através da codificação diferencial dos genes responsáveis pelo metabolismo dos lípidos, homocisteína e coagulação. No entanto, entre as variáveis influentes estão os fatores ambientais e opções individuais de estilo de vida.</div><div>Fatores de risco modificáveis:</div><div>Diabetes: A doença cardíaca é a principal causa de morte relacionada com Diabetes, sendo que, os adultos com Diabetes tem taxas de mortalidade por doença cardíaca quatros vezes mais altas que os adultos que não sofrem desta patologia. Os níveis elevados de insulina na circulação, resultante da resistência periférica a insulina, podem dar início ao processo da formação de ateroma, incluindo triglicerídeos altos, diminuição dos valores das lipoproteínas de alta densidade (HDL), aumento dos valores das lipoproteínas de muito baixa densidade (VLDL), coagulopatias, aumento da resistência vascular, obesidade e hipertensão.Hipertensão: A hipertensão definida como o aumento da pressão arterial acima de 140/90 mmHg avaliada em, pelo menos, três ocasiões, aumenta três vezes mais a incidência de DAC. A hipertensão afeta a capacidade de o vaso sanguíneo contrair/dilatar e predispõem a artéria para a formação de placas de ateroma. O controlo adequado da hipertensão com terapêutica e modificação dos estilos de vida pode reduzir a doença cardíaca na população hipertensa.Tabaco: O risco de mortalidade por DAC em fumadores passivos e não passivos é significativamente mais alto de que nos não-fumadores, o risco é proporcional a quantidade de tabaco consumido. A nicotina proporciona o aumento da formação de placas de ateroma, agregação plaquetária, frequência cardíaca e pressão arterial.Vida Sedentária: O exercício está associado à diminuição do colesterol total, lipoproteínas de baixa densidade e dos triglicéridos. A incidência de DAC é superior em indivíduos com vida sedentária.Dislipidemia (colesterol no sangue): A dislipidemia aumenta o risco de lesão dos vasos sanguíneos, com o acúmulo de placas de ateroma que aumenta significativamente a incidência de enfarte agudo do miocárdio. Níveis de colesterol total superiores a 200 mg/dl são preocupantes.Obesidade: Os obesos têm mais tendências para a hipertensão e triglicéridos altos elevados e mostram com frequência comportamentos e estilos de vida sedentária.Stress: As catecolaminas libertadas durante a resposta ao stress, aumentam a agregação plaquetária e podem predispor ao vasospasmo. Contudo, é necessária mais investigação para se compreender o efeito do stress na circulação.</div><div>Recomendações para prevenção da DAC:</div><div>Controle a pressão arterial através de medicação (quando necessário e com receita médica) e avaliações regulares; Se tiver antecedentes familiares de enfarte agudo do miocárdio, hipertensão, diabetes ou dislipidemia, fique mais atento;Pare de fumar;Evite bebidas alcoólicas (o vinho tinto, consumido moderadamente, ajuda a prevenir as doenças cardíacas mas não pelo teor do álcool mas sim, pelas propriedades benéficas da uva);Faça uma alimentação saudável diminuindo a ingestão de sal e gorduras, preferindo alimentos de origem vegetal como os cereais, fruta e hortaliça;Beba bastante água;Pratique atividade física orientada regularmente;Evite o stress;Recupere o peso ideal.</div><div>Sinais/Sintomas de enfarte do miocárdio/angina de peito:</div><div>Dor torácica localizada na região central do peito, a qual pode irradiar para as costas, mandíbula, membros superiores e dorso. A dor pode ainda ocorrer apenas em uma ou várias dessas localizações e não no peito.Sudorese excessiva, palidez, agitação, tonturas, desmaio, ansiedade ou sensação de morte iminente.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Doenças Cardíacas: Enfarte do Miocárdio – Repercussões no Membro Inferior</title><description><![CDATA[O enfarte do miocárdio é dos diagnósticos mais comuns encontrados nos pacientes hospitalizados nos países ocidentais. A mortalidade devida ao enfarte agudo é de aproximadamente de 30% e mais de metade dos óbitos ocorre antes que a vítima possa chegar ao hospital. 1. O que é o enfarte do miocárdio? O enfarto do miocárdio dá-se: - quando o fornecimento de sangue a uma parte do músculo cardíaco é reduzido ou cortado totalmente (isto acontece quando uma artéria coronária está contraída ou obstruída,<img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_2075e98e49624466b18038ce8c2509d5.png"/>]]></description><dc:creator>Podologista: Alexandra Magalhães</dc:creator><link>https://www.apardaidade.pt/single-post/2015/04/29/Doen%C3%A7as-Card%C3%ADacas-Enfarte-do-Mioc%C3%A1rdio-%E2%80%93-Repercuss%C3%B5es-no-Membro-Inferior</link><guid>https://www.apardaidade.pt/single-post/2015/04/29/Doen%C3%A7as-Card%C3%ADacas-Enfarte-do-Mioc%C3%A1rdio-%E2%80%93-Repercuss%C3%B5es-no-Membro-Inferior</guid><pubDate>Wed, 29 Apr 2015 19:07:13 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>O enfarte do miocárdio é dos diagnósticos mais comuns encontrados nos pacientes hospitalizados nos países ocidentais. A mortalidade devida ao enfarte agudo é de aproximadamente de 30% e mais de metade dos óbitos ocorre antes que a vítima possa chegar ao hospital.</div><div>1. O que é o enfarte do miocárdio?</div><div>O enfarto do miocárdio dá-se:</div><div>- quando o fornecimento de sangue a uma parte do músculo cardíaco é reduzido ou cortado totalmente (isto acontece quando uma artéria coronária está contraída ou obstruída, parcial ou totalmente, por um trombo, êmbolo entre outros).</div><div>- com a supressão total ou parcial da oferta de sangue ao músculo cardíaco, este sofre uma lesão irreversível com diferentes graus de disfunção, que podem conduzir: à morte súbita, morte tardia ou insuficiência cardíaca com consequências.</div><div>O enfarte do miocárdio pode também acontecer em pessoas que têm as artérias coronárias normais, ocorrendo quando as coronárias apresentam um espasmo, contraindo-se violentamente, produzindo um défice parcial ou total de fornecimento de sangue ao músculo cardíaco irrigado pelo vaso contraído.</div><div>Esse tipo de espasmo também pode acontecer em vasos já comprometidos pela aterosclerose.</div><div>2. Sinais e sintomas:</div><div>Dor: o paciente sente uma dor profunda, visceral, intensa, compressiva e esmagadora (a dor é induzida pela isquemia a que as células estão submetidas).</div><div>Envolve a parte central do tórax e irradia-se para os braços, ombros, para a mandíbula, pescoço e região interescapular. A dor pode irradiar-se até à região occipital mas nunca abaixo do umbigo.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_2075e98e49624466b18038ce8c2509d5.png"/><div>A dor pode ser acompanhada por fraqueza, tonturas, palpitações, palidez, falta de ar, agitação, vómitos, sensação de morte iminente</div><div>3. Repercussões nos membros inferiores</div><div>As consequências do enfarte do miocárdio nos membros inferiores variam consoante a localização e extensão da obstrução da artéria coronária.</div><div>Dependendo da área cardíaca afectada podemos ter dois tipos de repercussões a nível do membro inferior:</div><div>- isquemia por lesão da parte esquerda e consequente insuficiência cardíaca esquerda, ou</div><div>- lesão na parte direita do coração e consequente insuficiência cardíaca direita.</div><div>A insuficiência cardíaca direita descompensada provoca acumulação de líquidos nos tecidos periféricos (edema), que costuma manifestar-se inicialmente nas pernas e daqui poderá advir insuficiência valvular e úlceras venosas devido à estase; </div><div>A pessoa afectada nota que os seus pés se mantêm edemaciados constantemente e ao tirar os sapatos e as meias ficam marcas. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_3c8942b318224495b19831bc3696565f.png"/><div>É igualmente comum um aumento de peso, pelo líquido acumulado por todo o organismo.Esta acumulação acompanha-se de alterações hepáticas com eventual dor na parte superior direita do abdómen, apresentando-se estas pessoas com ascites.Todo este processo é agravado com a actividade física.</div><div>Na insuficiência cardíaca esquerda a quantidade de sangue que chega aos membros inferiores é menor surgindo consequentemente isquemia, o que pode causar:</div><div> • A diminuição da temperatura local,</div><div> • Úlceras isquémicas, </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_a0c6dd557c9b447db81580acc0699023.png"/><div> • Alterações dermatológicas e ungueais,</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_4f81dce3179f4e8ba33a6ddf8159c666.png"/><div> • Alterações osteoarticulares,</div><div> • Alterações musculares.</div><div>Primariamente surgem estas alterações mencionadas e a longo prazo, secundariamente, a insuficiência cardíaca esquerda leva à insuficiência cardíaca direita por um mecanismo de feedback.</div><div>Estando o organismo assim comprometido hemodinamicamente devido ao enfarte do miocárdio temos todos estes sinais e alterações a nível do membro inferior.</div><div>Tendo o Podologista o objetivo de diagnosticar e tratar as patologias que afetam o pé e as suas repercussões no organismo humano, nestes pacientes a avaliação podológica deve ser minuciosa com a realização de uma boa anamnese e exame clínico, pois pode-se obter indicadores que direccionem para a existência desta patologia. Este profissional deve tratar as repercussões podológicas perante esta patologia e remeter o paciente para o profissional especializado.</div><div>Após o enfarte do miocárdio o objetivo é garantir as melhores condições físicas, mentais e sociais possíveis de modo que os pacientes possam com os seus próprios esforços recuperar uma vida activa e produtiva.</div><div>PORQUE ESTÁ NAS SUAS, NAS NOSSAS E NAS MÃOS DE TODOS NÓS: VIVER!!!!</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>O Papel da Psicologia nas Doenças Cardiovasculares</title><description><![CDATA[As doenças cardiovasculares são atualmente consideradas, em todo o mundo o "inimigo número um da saúde pública". Estas representam 1/4 de todas as causas de mortalidade em ambos os géneros (masculino versus feminino). Em Portugal, esta doença é encarada como a principal causa de morte, revelando impacto significativo no funcionamento geral do individuo, quer seja a nível físico, psicológico e/ou social. Segundo a literatura, as doenças cardiovasculares não se manifestam em consequência de apenas<img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_d09c50e430f54a989914b813d424be08.png"/>]]></description><dc:creator>Psicóloga: Débora Gonçalves</dc:creator><link>https://www.apardaidade.pt/single-post/2015/04/29/O-Papel-da-Psicologia-nas-Doen%C3%A7as-Cardiovasculares</link><guid>https://www.apardaidade.pt/single-post/2015/04/29/O-Papel-da-Psicologia-nas-Doen%C3%A7as-Cardiovasculares</guid><pubDate>Wed, 29 Apr 2015 18:55:21 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>As doenças cardiovasculares são atualmente consideradas, em todo o mundo o &quot;inimigo número um da saúde pública&quot;. Estas representam 1/4 de todas as causas de mortalidade em ambos os géneros (masculino versus feminino). Em Portugal, esta doença é encarada como a principal causa de morte, revelando impacto significativo no funcionamento geral do individuo, quer seja a nível físico, psicológico e/ou social.</div><div>Segundo a literatura, as doenças cardiovasculares não se manifestam em consequência de apenas uma variável, mas sim através de várias, nomeadamente biológicas (genética), psicológicas (comportamentos e cognições) e sociais (ambientais). Refletindo um pouco sobre esta patologia e o seu aparecimento, verifica-se que muitas destas variáveis não podem ser controladas, como sendo as de ordem genética. Todavia outras, como são as de domínio comportamental, podem ser alteradas (a título de exemplo, comportamentos aditivos: tabaco, álcool, drogas; alimentares: obesidade e de atividade física), tendo em conta que a sua influência no aparecimento de doenças cardíacas é significativa. </div><div>Paralelamente a nível psicológico, o stress, a personalidade, as emoções negativas (que fazem parte da sobrevivência humana, mas que devem ser adequadamente geridas) são tidas como variáveis psicossociais que têm tido relação com o surgimento das doenças cardiovasculares. </div><div>Na saúde mental, o que se constata é que a depressão (perturbação do humor) tem sido associada ao aumento do risco desta patologia. Estudos concluem, que a vivência de um episódio cardíaco na vida do indivíduo tem repercussões negativas no seu funcionamento emocional, podendo tal situação, contribuir para uma maior vulnerabilidade à doença cardíaca. Autores consideram que indivíduos portadores de um enfarte do miocárdio experienciam com regularidade episódios depressivos e ansiosos, bem como, outro tipo de sintomatologia negativa (e.g. insónias, isolamento, pensamentos negativos, tristeza, etc.) associada a um destes quadros patológicos.</div><div>Numa situação de doença cardiovascular, é importante enfatizar quatro áreas de atuação: a nível médico: dar informação ao doente sobre a doença e factores de risco associados, promovendo um plano de recuperação e acompanhamento médico; a nível psicológico: acompanhar clinicamente o doente em todo este processo, promovendo a autonomia e o seu bem-estar geral; a nível comportamental: promover a alteração de hábitos de vida, sejam eles alimentares ou desportivos e por fim, a nível social: promover a recuperação das suas tarefas diárias. </div><div>Tendo em conta que a presença de problemas psicopatológicos é significativa, em quadros de doenças cardiovasculares, o papel do psicólogo nestas situações é de extrema relevância. Assim, considera-se imperativo um acompanhamento individual e especializado, ajustado a cada caso. Do ponto de vista terapêutico/interventivo, este acompanhamento técnico passa pela implementação de estratégias de coping funcionais e adaptativas. Pretende-se com esta intervenção, auxiliar os doentes cardíacos a gerirem adequadamente sintomas negativos, inerentes à presença de quadros patológicos (depressão e ansiedade), que são reativos a sua condição de saúde.</div><div>Para finalizar, e depois do exposto, torna-se fundamental que o plano de reabilitação num quadro de doença cardiovascular, seja implementado segundo princípios médicos e clínicos de uma equipa multidisciplinar. </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>A Terapia da Fala Na Doença de Parkinson</title><description><![CDATA[A Organização Mundial da Saúde revela que cerca de 1% da população com mais de 65 anos tem a doença de Parkinson. No mundo todo, mais de quatro milhões de pessoas são afetadas por esta doença que foi descrita pela primeira vez na Inglaterra, pelo médico James Parkinson. Segundo a Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson a doença de Parkinson (DP) decorre da degeneração de uma região específica no cérebro, originando alterações no desempenho muscular. É uma doença crónica e tem como<img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_de328eecefb04dcabaded86059cd46e3.png"/>]]></description><dc:creator>Terapeuta da Fala: Joana Oliveira</dc:creator><link>https://www.apardaidade.pt/single-post/2015/04/01/A-Terapia-da-Fala-Na-Doen%C3%A7a-de-Parkinson</link><guid>https://www.apardaidade.pt/single-post/2015/04/01/A-Terapia-da-Fala-Na-Doen%C3%A7a-de-Parkinson</guid><pubDate>Wed, 01 Apr 2015 12:09:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>A Organização Mundial da Saúde revela que cerca de 1% da população com mais de 65 anos tem a doença de Parkinson. No mundo todo, mais de quatro milhões de pessoas são afetadas por esta doença que foi descrita pela primeira vez na Inglaterra, pelo médico James Parkinson.</div><div>Segundo a Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson a doença de Parkinson (DP) decorre da degeneração de uma região específica no cérebro, originando alterações no desempenho muscular. É uma doença crónica e tem como principais sintomas a lentidão do movimento, o tremor, a rigidez muscular e o desequilíbrio.</div><div> A terapia da fala na doença de Parkinson surge como uma opção terapêutica na medida em que a fala e a deglutição (ato de engolir) são capacidades que dependem da ação conjunta de vários músculos. O Terapeuta da Fala é o profissional de saúde responsável pela prevenção, avaliação, tratamento e estudo científico da comunicação humana e das perturbações relacionadas. (Associação Portuguesa de Terapeutas da Fala). Estas constituem alterações ao nível da musculatura da cavidade oral, face e pescoço, alterações ao nível da produção de voz e, finalmente, alterações no processo de deglutição, que constitui ao ato de engolir.</div><div> Desta forma, o Terapeuta da Fala poderá interceder de maneira a reabilitar/readaptar aspetos ligados à voz, à articulação verbal, à motricidade orofacial e à deglutição.</div><div>Voz: devido à rigidez muscular, as cordas vocais não contactam corretamente entre si, nem os músculos envolvidos na fonação (produção de voz) são controlados corretamente, surgindo uma voz rouca, soprosa, monótona e, frequentemente, grave e com intensidade reduzida (baixa).Articulação Verbal: nota-se imprecisão articulatória, pois os movimentos não são controlados, não produzindo os sons da fala de forma adequada.Motricidade Orofacial: como em todo o corpo, a nível oral e facial também se observa tremor, rigidez e descontrolo da musculatura, surgindo muitas dificuldades nas funções estomatognáticas (fala, mastigação, respiração, deglutição e sucção). Deglutição: devido à dificuldade de mastigação, ao escape de saliva (anterior ou posterior) e ao descontrolo muscular, são constantes os engasgos, observando tosse, pigarreio e “voz molhada”.</div><div>Infelizmente, observa-se que estes casos apenas começam a ter acompanhamento da Terapia da Fala em fases tardias, já com grandes comprometimentos no que diz respeito à comunicação e à alimentação. Dado isto salienta-se a importância da intervenção o mais precocemente possível, podendo prevenir muitas das dificuldades esperadas.</div><div> Em suma, o Terapeuta da Fala deverá realizar uma avaliação (adequada a cada utente) e intervir de forma a melhorar a motricidade orofacial e cervical, a coordenação das estruturas envolvidas na articulação, fonação, respiração e deglutição, bem como orientar todos os familiares e cuidadores.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Melhorar a Comunicação - Doença de Parkinson</title><description><![CDATA[Sugestões para melhorar a comunicação, fala e voz da pessoa com Doença de Parkinson - Familiares/Cuidadores: - Tenha disponibilidade e seja tolerante, porque a fala é lenta e requer um grande esforço. Mostre à pessoa que lhe dá tempo para ela dizer o que quer; - Se não compreende o que ela diz, não faça de conta que a está a perceber. Esse comportamento será óbvio para a pessoa e causar-lhe-á frustração; - Não peça para a pessoa dizer frases grandes e complicadas, porque cansam a pessoa com<img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_31c11a72f6684ae3a97687181d03df4a.jpg"/>]]></description><dc:creator>Terapeuta da Fala: Joana Oliveira</dc:creator><link>https://www.apardaidade.pt/single-post/2015/04/01/Melhorar-a-Comunica%C3%A7%C3%A3o-Doen%C3%A7a-de-Parkinson</link><guid>https://www.apardaidade.pt/single-post/2015/04/01/Melhorar-a-Comunica%C3%A7%C3%A3o-Doen%C3%A7a-de-Parkinson</guid><pubDate>Wed, 01 Apr 2015 01:05:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Sugestões para melhorar a comunicação, fala e voz da pessoa com Doença de Parkinson - Familiares/Cuidadores:</div><div>- Tenha disponibilidade e seja tolerante, porque a fala é lenta e requer um grande esforço. Mostre à pessoa que lhe dá tempo para ela dizer o que quer;</div><div>- Se não compreende o que ela diz, não faça de conta que a está a perceber. Esse comportamento será óbvio para a pessoa e causar-lhe-á frustração;</div><div>- Não peça para a pessoa dizer frases grandes e complicadas, porque cansam a pessoa com disartria. Quando cansada a sua fala será menos clara e é boa ideia &quot;tentar de novo&quot; após um período de descanso em vez de insistir;</div><div>- O ambiente deve estar sossegado. Olhe para a pessoa de modo a ver-lhe a boca e os movimentos da cara;</div><div>- Não fale ao mesmo tempo nem a interrompa;</div><div>- Se a pessoa está fisicamente capaz de escrever dê-lhe papel e lápis ou imagens para apontar (ou outras ajudas que tenham sido sugeridas), quer como apoio à fala quer como substituto das tentativas de fala. Se a fala é possível, a fala deve ser encorajada, mas as outras ajudas podem reduzir a frustração;</div><div>- Repita a parte da mensagem que conseguiu perceber para que a pessoa não tenha que repetir tudo outra vez, ou faça perguntas adequadas de modo a ficar claro o que é que a pessoa quer dizer. É importante que a pessoa saiba que você está a seguir a conversa;</div><div>- Não tenha receio de pedir que uma mensagem seja repetida. Se necessário peça uma palavra de cada vez, ou que a pessoa lhe diga as letras de uma dada palavra;</div><div>- Ria e dê boas gargalhadas em conjunto com a pessoa com doença de Parkinson;</div><div>In &quot;Revista Parkinson, n.º3, 1º Trimestre 2001&quot;, Secção Saúde/Qualidade de Vida, pp. 12 - 14</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Contra A Hipertensão Arterial - Exercício Fisico e Alimentação Saudável</title><description><![CDATA[Tensão Arterial (TA) e Hipertensão Arterial (HTA) A pressão que é normal e até essencial para que o sangue atinja o seu destino chama-se Tensão arterial, essa circulação do sangue, tem como objetivo chegar a todos os tecidos e células do organismo, para que isso aconteça o sangue exerce alguma pressão mas paredes das artérias. Quando os valores de tensão arterial estão aumentados, chama-se Hipertensão Arterial. No entanto, existe uma série de fatores, de ordem genética ou ambiental, que podem<img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_b73ae6dfd2cc4435a7ff969bb70ad483.png"/>]]></description><dc:creator>Enfermeira: Rita Novais</dc:creator><link>https://www.apardaidade.pt/single-post/2015/04/01/Contra-A-Hipertens%C3%A3o-Arterial-Exerc%C3%ADcio-Fisico-e-Alimenta%C3%A7%C3%A3o-Saud%C3%A1vel</link><guid>https://www.apardaidade.pt/single-post/2015/04/01/Contra-A-Hipertens%C3%A3o-Arterial-Exerc%C3%ADcio-Fisico-e-Alimenta%C3%A7%C3%A3o-Saud%C3%A1vel</guid><pubDate>Wed, 01 Apr 2015 00:01:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Tensão Arterial (TA) e Hipertensão Arterial (HTA)</div><div>A pressão que é normal e até essencial para que o sangue atinja o seu destino chama-se Tensão arterial, essa circulação do sangue, tem como objetivo chegar a todos os tecidos e células do organismo, para que isso aconteça o sangue exerce alguma pressão mas paredes das artérias.</div><div>Quando os valores de tensão arterial estão aumentados, chama-se Hipertensão Arterial. No entanto, existe uma série de fatores, de ordem genética ou ambiental, que podem fazer com que essa pressão sobre as artérias aumente.</div><div>Em Portugal, existem cerca de dois milhões de hipertensos, destes apenas metade tem conhecimento, apenas um quarto está medicado e apenas dezasseis por cento estão controlados.</div><div>A Hipertensão arterial é um dos principais fatores de risco no aparecimento de doenças cardiovasculares. </div><div>Imagine que as suas artérias são como mangueiras, com numa tensão arterial normal, o sangue flui com facilidade pelo seu interior, não encontrando qualquer obstáculo ao longo do trajeto que percorre até às células.</div><div>No entanto, se existe um caso de Hipertensão Arterial, nestas mangueiras o sangue encontra-se sobre pressão, o coração tem de se esforçar mais para fazer circular o sangue, o que provoca um aumento do volume do coração (hipertrofia). A Hipertrofia do coração, pode levar a insuficiência cardíaca, angina do peito ou arritmia cardíaca.</div><div>A Tensão arterial é quantificada através de dois valores.</div><div>O primeiro valor, é mais elevado, a “máxima”, ou seja, diz respeito à pressão que o sangue exerce nas paredes das artérias quando o coração está a bombear o sangue - Sistólica.</div><div>O segundo valor, indica-nos a pressão que o sangue exerce nas artérias, quando o coração está relaxado, a “mínima” - Diastólica.</div><div>Existem sinais/sintomas que alertam para possível HTA, tais como:</div><div>Tonturas;Hemorragias nasais;Dores de cabeça.</div><div>Quais as causas e Fatores de Risco da Hipertensão Arterial?</div><div>Não existe uma causa conhecida para a Hipertensão arterial, embora em alguns casos está associada a outra doença, tais como, apneia do sono, doença renal crónica, hiperaldosteronismo primário, doença tiroidea, entre outras. No entanto a hereditariedade e a idade são fatores a ter em atenção.</div><div>As principais complicações associadas a HTA, são o AVC (acidente vascular cerebral), doença renal crónica e arritmia cardíaca. É importante sublinhar que uma pessoa com HTA que não tenha acompanhamento, e/ou tratamento, terá, muito provavelmente, uma doença mais grave daqui 15 anos.</div><div>Existem, vários fatores de risco, por exemplo, obesidade, consumo excessivo de álcool e sal, sedentarismo, má alimentação, stress e tabagismo.</div><div>Como se faz diagnóstico da HTA? Qual o tratamento?</div><div>O diagnóstico é feito através da avaliação da tensão arterial e pelos seus valores elevados, contudo, um valor elevado isolado não é sinónimo da doença, só é considerada HTA quando os valores estão elevados em pelo menos, três avaliações seriadas.</div><div>Existem dois tipos de tratamento, o primeiro sem fármacos e o segundo com fármacos.</div><div>O tratamento sem fármacos, é a primeira medida a ser tomada, pois está provado que a mudança de alguns hábitos de vida é, muitas vezes, suficiente para baixar os valores da tensão arterial. </div><div>O tratamento com fármacos só é utilizado quando o primeiro não surte efeito. Neste caso, deve-se recorrer a fármacos, prescritos pelo médico segundo as características do paciente.</div><div>Como prevenir a HTA?</div><div>Para prevenir a HTA, tem que se adotar um estilo de vida saudável:</div><div>Redução da ingestão de sal na alimentação;Dieta rica em frutas, vegetais e baixo teor de gordura;Pratica regular de exercício físico;Consumo moderado de álcool;Peso adequado à estatura, IMC (índice de massa corporal) normal;</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Orientação Escolar e Profissional</title><description><![CDATA[A orientação escolar e profissional é um processo que visa promover a aquisição de conhecimentos, atitudes e comportamentos necessários para lidar, ao longo da vida, com as mudanças e com as transições da carreira. A adolescência, é uma das fases mais adequadas para o estudo do comportamento vocacional e do desenvolvimento da carreira, sendo uma fase de crescimento, em que o desenvolvimento profissional/vocacional sofre uma aceleração significativa. Neste sentido, existem Programas de Orientação<img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_e0c6f84ce093431cb9f352c20a90b79a.jpeg"/>]]></description><dc:creator>Psicóloga: Débora Gonçalves</dc:creator><link>https://www.apardaidade.pt/single-post/2015/03/31/Orienta%C3%A7%C3%A3o-Escolar-e-Profissional</link><guid>https://www.apardaidade.pt/single-post/2015/03/31/Orienta%C3%A7%C3%A3o-Escolar-e-Profissional</guid><pubDate>Tue, 31 Mar 2015 22:38:35 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>A orientação escolar e profissional é um processo que visa promover a aquisição de conhecimentos, atitudes e comportamentos necessários para lidar, ao longo da vida, com as mudanças e com as transições da carreira. A adolescência, é uma das fases mais adequadas para o estudo do comportamento vocacional e do desenvolvimento da carreira, sendo uma fase de crescimento, em que o desenvolvimento profissional/vocacional sofre uma aceleração significativa. Neste sentido, existem Programas de Orientação Escolar e Profissional que têm como objetivo, possibilitar aos jovens adolescentes (alunos), o direito de explorarem a sua aptidão para uma tomada de decisão e posterior, elaboração de metas para o seu futuro.</div><div>Na A Par da Idade oferecemos um serviço especializado e qualificado, no âmbito da Orientação Escolar e Profissional, a todos os jovens que se encontrem em anos de transição (9º e 12º ano) e que quando chegados a esta fase têm de tomar uma decisão entre o prosseguir estudos pelo ensino profissional ou pelo ensino geral.</div><div>Metodologia de Intervenção:</div><div>a) Rastreio: avaliação de interesses pessoais e profissionais individualizado, para cada participante.</div><div>b) Programa de Orientação Escolar e Profissional: onde será explorado o projeto escolar e profissional de cada participante. </div><div><div>Público-alvo: jovens alunos do 9º e/ou 12 º ano (em grupo e/ou individual);</div><div>Nº de sessões: 5 (numa abordagem inicial será disponibilizado informações sobre o programa a aplicar, aos pais/encarregados de educação e numa fase final será dada informações sobre o projeto escolar e profissional); </div><div>Duração cada sessão: 50/60 minutos;</div><div>Preço: 50€ (pacote das 5 sessões);</div><div>Objetivos gerais do programa: <div>Promover o desenvolvimento escolar e profissional;Promover a maturidade vocacional e a criação de um projeto escolar e profissional;Promover uma exploração ativa e generalizada do meio e de si próprio;Ajudar os jovens adolescentes no conhecimento de informação geral sobre o acesso ao ensino superior;Ajudar os jovens adolescentes na busca de informação sobre o mercado de trabalho;Ajudar os jovens adolescentes para uma tomada de decisão vocacional consciente e fundamentada;</div></div></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>31 de Março - Dia Nacional do Doente com AVC</title><description><![CDATA[AVC, Acidente vascular cerebral, ou derrame cerebral, ocorre quando há um entupimento (isquemia) ou o rompimento (hemorragia) dos vasos que levam sangue ao cérebro provocando a paralisia da área cerebral que ficou sem circulação sanguínea adequada. Assim sendo, existem dois tipos de AVC, o isquémico e o hemorrágico. O AVC isquémico mais comum, presente em cerca de 80% dos casos. Ocorre pela falta de fluxo sanguíneo cerebral. As causas podem ser: - Uma obstrução arterial: um trombo ou, mais<img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_c6223b4470a54901863ec3a9af250a4d.jpg"/>]]></description><dc:creator>Enfermeira: Rita Novais</dc:creator><link>https://www.apardaidade.pt/single-post/2015/03/31/31-de-Mar%C3%A7o-Dia-Nacional-do-Doente-com-AVC</link><guid>https://www.apardaidade.pt/single-post/2015/03/31/31-de-Mar%C3%A7o-Dia-Nacional-do-Doente-com-AVC</guid><pubDate>Tue, 31 Mar 2015 18:10:57 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>AVC, Acidente vascular cerebral, ou derrame cerebral, ocorre quando há um entupimento (isquemia) ou o rompimento (hemorragia) dos vasos que levam sangue ao cérebro provocando a paralisia da área cerebral que ficou sem circulação sanguínea adequada.</div><div>Assim sendo, existem dois tipos de AVC, o isquémico e o hemorrágico.</div><div>O AVC isquémico mais comum, presente em cerca de 80% dos casos. Ocorre pela falta de fluxo sanguíneo cerebral.</div><div>As causas podem ser:</div><div>- Uma obstrução arterial: um trombo ou, mais comumente, um êmbolo;</div><div>- Queda na pressão de perfusão sanguínea, como nos estados de choque;</div><div>- Uma obstrução na drenagem do sangue venoso, como na trombose venosa, causando dificuldade de entrada do sangue arterial no cérebro;</div><div>O AVC hemorrágico é o acidente vascular cerebral menos comum presente em cerca de 20% dos casos, mas não menos grave. </div><div>Ocorre pela ruptura de um vaso sanguíneo intracraniano.</div><div>Sinais e sintomas de Alerta</div><div>Os primeiros sinais que aparecem quando se sofre um AVC são muito repentinos. Os sintomas incluem:</div><div>Dormência, fraqueza ou paralisia de um lado do corpo (pode ser um braço, perna ou parte inferior da pálpebra descaídos, ou a boca torta e salivante).Fala arrastada ou dificuldade em encontrar palavras ou discurso compreensível.Visão subitamente enublada ou perda de visão.Confusão ou instabilidade.Forte dor de cabeça.</div><div>Use um teste simples que o pode ajudar a reconhecer se uma pessoa teve um AVC ou a sofrer de um ataque isquémico transitório.</div><div>Fraqueza Facial: a pessoa pode sorrir? Tem a sua boca ou um olho caído?Fraqueza no braço: a pessoa consegue levantar os braços?Problemas de expressão: a pessoa consegue falar com clareza e entender o que lhe dizem?</div><div>Se reconhecer algum destes sinais, ligue o 112 imediatamente.</div><div>Para uma reabilitação pós AVC, mais eficaz célere, pode ser necessário a intervenção de diferentes especialidades clinicas, tais como:</div><div>Terapia da FalaTerapia OcupacionalFisioterapiaAcupuntura</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Doença de Parkinson</title><description><![CDATA[A Doença de Parkinson (DP) é a segunda doença neurodegenerativa, mais frequente a nível mundial. Estudos indicam, que esta patologia manifesta-se maioritariamente em indivíduos do sexo masculino, com idades compreendidas entre os 60-65 anos. Esta é uma doença que surge em consequência de uma multiplicidade de factores nomeadamente, fatores genéticos, ambientais e patológicos. Um quadro de DP pronuncia-se, quando os neurónios (células nervosas) de uma determinada região cerebral morrem. No<img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_d7f9ff60a0d24390b216d69a3fc39214.jpeg"/>]]></description><dc:creator>Psicóloga: Débora Gonçalves (n.º CP:16250)</dc:creator><link>https://www.apardaidade.pt/single-post/2014/04/01/Doen%C3%A7a-de-Parkinson</link><guid>https://www.apardaidade.pt/single-post/2014/04/01/Doen%C3%A7a-de-Parkinson</guid><pubDate>Tue, 01 Apr 2014 09:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>A Doença de Parkinson (DP) é a segunda doença neurodegenerativa, mais frequente a nível mundial. Estudos indicam, que esta patologia manifesta-se maioritariamente em indivíduos do sexo masculino, com idades compreendidas entre os 60-65 anos. Esta é uma doença que surge em consequência de uma multiplicidade de factores nomeadamente, fatores genéticos, ambientais e patológicos.</div><div>Um quadro de DP pronuncia-se, quando os neurónios (células nervosas) de uma determinada região cerebral morrem. No entanto, quando surgem os primeiros sintomas desta doença, já existiu uma perda significativa destas células.</div><div>De uma forma geral, as células nervosas produzem um neurotransmissor (dopamina - substância química) que é fundamental em várias funções corporais (e.g. mobilidade, memória, atenção, sono, humor, entre outros) especialmente, ao nível dos movimentos voluntários automáticos. Quando estas células morrem, os níveis de dopamina baixam significativamente, surgindo défices no controlo da mobilidade (tónus muscular) e dos movimentos musculares. O que acontece, é que o défice de dopamina vai prejudicar os músculos, quer em situação de repouso, quer em situação de movimento/atividade.</div><div>Como sintomatologia de um quadro clínico de DP, observa-se: tremor nos membros (em momentos de maior descontração muscular); rigidez muscular (resistência na movimentação dos membros); bradicinésia (alteração progressiva do movimento) e alteração da postura e da marcha (postura fletida, marcha lenta, com passos reduzidos, bloqueios na marcha). Todavia, poderá surgir outros sintomas, tais como: face inexpressiva ou imóvel; voz em tom baixo; caligrafia de difícil compreensão; sintomas depressivos, apatia, ansiedade, fadiga, disfunção sexual; alterações psicóticas (alucinações visuais); perturbações do controlo de impulsos (e.g. comportamentos compulsivos, comportamentos motores repetitivos - poderá surgir em consequência da medicação dopaminérgica); alterações no padrão do sono (insónia, sonolência diurna excessiva) e deterioração cognitiva (num estágio inicial da doença verifica-se uma ligeira deterioração, sendo progressiva em estágios mais avançados da doença). O inicio desta sintomatologia é unilateral nos primeiros anos, sendo posteriormente um quadro lento e gradual. </div><div>O diagnóstico da DP é realizado segundo uma bateria de testes, aquando da manifestação de sintomas motores e não motores. Não existe um teste concreto que revele com certeza este diagnóstico. O clínico, perante a presença de alguns destes e outros sintomas, deverá realizar o diagnóstico diferencial, analisando a sintomatologia referente ao a este quadro clínico e despistando sintomatologia que não se enquadra num quadro de DP. Assim numa primeira fase, e para o diagnóstico de DP, o doente deverá apresentar, como sintoma típico uma bardicinésia. Posteriormente, deverão ser rastreadas e excluídas causas para a DP, sendo este um processo que envolve uma triagem cuidadosa da história clínica e de saúde do doente. </div><div>Ao nível da terapêutica para esta doença, não existe uma cura o que se verifica, é apenas tratamento, que vá ao encontro da sintomatologia apresentada pelo doente. Este tratamento visa, aliviar os sintomas e contribuir para uma melhor qualidade de vida destes doentes. O tratamento deve ser baseado nos sintomas específicos, manifestados pelos doente e segundo outros aspetos essenciais. São algumas as terapêuticas, que poderão ser implementadas num quadro clínico de DP, tais como: terapêuticas farmacológicas (medicamentos/fármacos - e.g. dopaminérgicos) e terapêuticas não farmacológicas (e.g. apoio psicológico, fisioterapia, apoio nutricional, atividades sociais/ocupacionais). Seja qual for o tratamento implementado, este não será totalmente eficaz, se o doente não tiver um bom suporte/apoio social, nomeadamente, a nível familiar. Assim, a família tem um valor acrescido na vida destes doentes, pois a mesma deve acompanhar/auxiliar estes pacientes em tarefas diárias, estimulando a sua participação em atividades sociais/ocupacionais. </div><div>Para finalizar, constata-se que a DP é uma doença que não têm cura, que acarreta elevada incapacidade e que condiciona significativamente a vida destes doentes. É uma doença que requer um diagnóstico atento e cuidadoso, por parte do clínico, onde deverá ser analisado toda a sintomatologia (motora e não motora) e história clínica do doente. O clínico deve igualmente, envolver a família em todo este processo, explicando o que é a doença, implementando a melhor terapêutica e acompanhando com regularidade o estado clínico do doente.</div><div> Psicóloga: Débora Gonçalves (n.º CP:16250) </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2860e1_d7f9ff60a0d24390b216d69a3fc39214.jpeg"/></div>]]></content:encoded></item></channel></rss>